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DIZER que o governo precisa cortar gastos para pagar as contas e alavancar a economia é um discurso que nem precisava ser feito...

Contexto
28 de janeiro de 2018
DIZER 
que o governo precisa cortar gastos para pagar as contas e alavancar a economia é um discurso que nem precisava ser feito quando se sabe que aumentar as dívidas é um contrassenso em qualquer situação, na vida pública, privada ou individual.

ACONTECE
que o exagero sempre prevalece nessas situações que normalmente acabam sacrificando os mais carentes, em detrimento dos mais abastados que quase sempre são isentos de dar a sua contribuição até mesmo deixando de pagar impostos, isso quando não recebem incentivos oficiais para ampliar seus negócios.  

DIFÍCIL
é entender como essa situação pode chegar a extremos como fez o Governo Federal acabando com todos os repasses para os programas assistenciais sangrando exatamente os que estão no último degrau do andar de baixo.

UMA
das entidades que passa por essa situação são as Apaes, como a Jales, considerada modelo de gestão, atendendo nada menos que 9 municípios da região e que agora terá que se desdobrar em arrecadações para sobreviver com o apoio da comunidade que sempre deu sua contribuição que agora terá que ser bem maior. 

ISSO
sem contar as tentativas de simplesmente acabar com as Apaes, jogando os assistidos na vala comum das escolas públicas que não dão conta nem de atender os ditos “normais”, a pretexto de inclusão social, que volta e meia rondam essas entidades sempre que se discute a atualização do Plano Nacional de Educação.

QUEM,
mais que as Apaes, têm condições de contribuir para melhorar a qualidade de vida das pessoas com deficiências, inclusive com encaminhamento para o mercado de trabalho, como pergunta  presidente da Federação das Apaes do Estado de São Paulo, Cristiany de Castro, em entrevista ao Jornal de Jales, publicada nesta edição.

A APAE,
como também bem lembrou Cristiany, é apenas mais uma rede de entidades com atribuições sociais atingidas pelo corte radical dos recursos federais que deixam os mais carentes à mercê da caridade das pessoas que ao contrário do governo se sensibilizam com a situação dos desassistidos. (Luiz Ramires)