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DEMOCRACIA – Atento ao que registra a mídia da área de atuação da Delegacia da Polícia Federal de Jales, o agente Wladimir Gouvêa, responsável pela Assessoria de Comunicação da PF, fez o seguinte comentário na página do jornal no Face sobre o texto “Distorções dos Direitos Humanos”, da jornalista Ca

Fique Sabendo
17 de fevereiro de 2019
Texto da jornalista Carol Guzzo sobre Direitos Humanos gerou polêmica
DEMOCRACIA – Atento ao que registra a mídia da área de atuação da Delegacia da Polícia Federal de Jales, o agente Wladimir Gouvêa, responsável pela Assessoria de Comunicação da PF, fez o seguinte comentário na página do jornal no Face sobre o texto “Distorções dos Direitos Humanos”, da jornalista Caroline Guzzo, articulista-colaboradora do J.J. publicado na edição impressa de 10 de janeiro: “Discordo totalmente. Mas respeito a opinião da nobre colunista”.

DEMOCRACIA (2) Em sua própria página no Face, Gouvêa completou: “Utilizou argumentos frágeis e genéricos pra defender a tese. Assim como existem policiais que recebem propina, outros profissionais também o fazem, inclusive jornalistas, mas, o tratamento midiático é bem diferente. Enquanto o policial é massacrado quando erra ou tenta acertar, mas culposamente erra, o jornalista, por exemplo, é preservado. Talvez um pouco de realidade (prática) e menos teoria, seria importante na formação da opinião, principalmente pra falar sobre os profissionais da segurança pública, que, em sua imensa maioria, sacrificam a própria vida em prol da sociedade”.

DEMOCRACIA (3) – Em seu artigo, Carol fez um histórico da momentosa questão desde os tempos da monarquia, passando pela revolução francesa, 2ª Guerra e a Declaração dos Direitos Humanos da ONU, em 1948, e lamentou que, “para muitos, bandido bom é bandido morto e que tais direitos só servem para defender essas pessoas”. A articulista é jalesense, foi assessora de comunicação da Santa Casa e se mudou para Uberlândia/MG quando se casou com o procurador federal Luís Antonio Nunes, baseado naquela cidade.

ESTRELA – Durante o período eleitoral, as homilias de Dom Reginaldo Andrietta, bispo diocesano de Jales, alimentaram o apimentado cardápio dos simpatizantes e eleitores do candidato Jair Bolsonaro (PSL). O mínimo que se dizia é que as falas do bispo, sempre transmitidas pelas rádios Assunção e Regional FM, que integram a Central de Rádios da Diocese, eram campanhas disfarçadas anti-Bolsonaro e pró-PT. Alguns mais inconformados postaram nas redes sociais  reproduções de uma ficha eleitoral que, segundo eles, provava que o prelado era filiado ao PT de Americana, onde exerceu o sacerdócio antes de ser bispo em Jales.

NA VEIA – Por coincidência ou não, passada a eleição, ninguém mais reclamou das falas do bispo nem de pronunciamentos em celebrações litúrgicas.  Porém, no último domingo, dia 10, na missa das 7 e 30 , na Catedral, Dom Reginaldo reservou o último minuto para colocar o dedo na ferida  da vida nacional, citando especificamente fatos como o rompimento da barragem de Brumadinho, onde morreram 166 pessoas, e do incêndio no Centro de Treinamento do Flamengo, com 10 vítimas fatais. Segundo Dom Reginaldo, em ambos os casos, não houve tragédias decorrentes de acidentes, mas, na verdade, crimes.

NOME AOS BOIS – Na edição de domingo passado, 10 de fevereiro, o J.J. publicou a relação de todos deputados federais e estaduais que apresentaram emendas parlamentares em favor da Santa Casa de Jales, o que gerou recursos extras de R$ 1 milhão e 730 mil a mais no orçamento do hospital em 2018. O assunto valeu matéria completa na página 1-8 e comentário no editorial intitulado “Palmas que eles merecem” —senador licenciado Aloysio Nunes (PSDB), deputados federais Baleia Rossi (MDB), Fausto Pinato (PP) e Ricardo Tripoli (PSDB) e deputados estaduais Carlão Pignatari (PSDB), Itamar Borges (MDB), Dr. Gondim (PPS)  e Orlando Bolçone (PSB)

ARRASTÃO - Como, conforme enfatizou o editorial, dinheiro não dá em árvore, tais recursos são decorrentes do trabalho de pescadora de emendas realizado por Luciana Vicente, responsável pelo Setor de Captação de Recursos.  Com fôlego de maratonista, Luciana aproveitou o início da nova legislatura no âmbito federal para lançar a rede da Santa Casa, de gabinete em gabinete. Ela ficou em Brasília de 11 a 15 de fevereiro.

ELEIÇÕES 2020 - A propósito do editorial intitulado “Mais Mulheres” publicado na página 2 deste caderno na edição de hoje, 17, é oportuno registrar que Jocélia Cabrini, funcionária de carreira da Diretoria de Defesa Agropecuária da Cati-regional de Jales, e requisitada cerimonialista de eventos, postou em sua página no Facebook uma mensagem que tem todo o jeito de lançamento de pré-candidatura à vereança.

CHARME - Eis o que ela escreveu: “A presença da mulher na política não é só uma questão de igualdade de gênero. Ela vem contribuindo de forma significativa com sua determinação e coragem somando forças de maneira ativa com habilidades em lidar com as circunstâncias adversas e com as crises sem perderem o charme e a sensibilidade”. E arrematou: “Mulheres na política, independentemente de sigla partidária, são exemplos também de ousadia, superação e transformação”.

TIRO DE PARTIDA – Jocélia, que nunca tinha disputado eleições, fez seu batismo nas urnas em 2016 concorrendo pelo DEM e obtendo uma votação expressiva: 346 votos, o que lhe valeu a segunda suplência do partido. É interessante lembrar que Jocélia participa ativamente das atividades da Primeira Igreja Batista de Jales.