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Delegado Rogério Galloro, de Votuporanga, é nomeado novo diretor executivo da PF

Polícia Federal (PF) tem um novo diretor executivo
12 de junho de 2013

José Luiz Pavam
Assessor de Comunicação

Desde segunda-feira, dia 10, a Polícia Federal (PF) tem um novo diretor executivo. O delegado Rogério Viana Galloro substituirá Paulo de Tarso Teixeira no segundo posto hierárquico da corporação, abaixo apenas do diretor-geral, Leandro Daiello. Galloro é de tradicional família de Votuporanga.
Assinadas pela ministra da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, as portarias de nomeação de Galloro e de exoneração de Teixeira foram publicadas no Diário Oficial da União desta segunda-feira. Procurada, a assessoria da PF ainda não respondeu sobre os motivos da mudança. Tarso estava no cargo desde abril de 2011. Galloro ocupava a função de adido (representante) policial na embaixada brasileira em Washington (EUA) e já foi superintendente da PF em Goiás, entre 2007 e 2009.
É o diretor executivo quem assume a direção da PF quando o diretor-geral necessita se afastar do cargo ou é legalmente impedido de ocupá-lo. Com assento permanente no Conselho Superior de Polícia - entidade deliberativa que orienta as atividades policiais e administrativas e opina nos assuntos de relevância institucional - compete ao diretor executivo supervisionar as atividades das unidades descentralizadas da PF.
Galloro também poderá propor - no âmbito da PF - diretrizes para o registro, controle e fiscalização de armas de fogo, explosivos, acessórios, munições e produtos químicos de uso controlado. Além disso, terá competência para aprovar planos de operações conjuntas com outras unidades ou órgãos governamentais, promovendo assim a integração de missões policiais.
As atribuições do cargo ainda preveem a responsabilidade por autorizar o credenciamento de empresas de transporte internacional e a concessão de licenças de funcionamento a empresas de segurança privada e de transporte de valores, autorizando que elas adquiriam armas e munições.
A mesma portaria traz ainda a exoneração da presidenta da Fundação Nacional do Índio (Funai), Marta Azevedo, e a nomeação de sua substituta, Maria Augusta Assirati, que ocupará o cargo interinamente.