Observatório

Decisão

E hoje você tem mais uma chance. Não saia de casa sem ir ao banheiro. Faça tudo o que tiver que fazer lá no seu vaso sanitário e não na urna.
E parece que as pessoas perderam a empolgação com a política. Os debates ficaram muito parecidos uns com os outros. Chatos mesmo. Nem apostas a gente presencia mais. Não se aposta nem caixa de cerveja de latinhas. Nem na Brasil Conveniência. Háháhá.
Aliás, por falar em Brasil Conveniência, dia desses contei aqui que por lá estariam ocorrendo deliciosas discussões políticas e, inclusive, supostas apostas que na verdade se revelaram apenas “ameaças de aposta”. E naquela ocasião, mencionei um frequentador e amigo de todos por lá, o José Alexandre. Como não o conheço, o identifiquei como o “José Alexandre da empresa tal”. Pois não é que um leitor me chamou a atenção a esse meu costume e, com toda razão, me elencou razões para evitar isso. Por ignorância ou até por má-fé, alguém pode confundir alho com bugalho e achar que as opiniões ou posicionamentos da pessoa tem a ver com a empresa que trabalha. Nunca mais vou me referir ao João Luiz Garcia como “João Luiz da Antena 102”. Afinal, o João é corintiano e a empresa, das mais tradicionais da cidade, nada tem a ver com esse seu desvio de personalidade. Háháhá.  
E começou o horário de verão. Credo! Eu amanheço zonzo e cansado e vou deitar todo dia em frangalhos. Será que demora muito para o nosso organismo se adaptar? Essa semana não consegui fazer amor mais que duas vezes nenhuma noite. Preciso me adaptar logo. Háháhá.
E para escapar de uma dívida de cerca de 160 mil reais o britânico Alan Knight da cidade de Swansea, fingiu ter sofrido um acidente na garagem de casa e que teria ficado tetraplégico. A esposa dele, que participava da farsa, chegava a passear com ele de cadeira de rodas pela vizinhança. Se a moda pega no Brasil não vai ter cadeira de rodas suficiente no mercado. Háháhá.                                
O povo está pouco se lixando se estão assaltando a Petrobrás. Se estrelas do PT estão presos. É o que indicam as pesquisas eleitorais. Independente do resultado da eleição presidencial de hoje, a votação do PT Brasil afora mostra isso. Se ganhar ou se perder, a diferença será muito pequena. Parece que a maioria já se conformou que político é assim mesmo, só ladrões. E que não há o que fazer. É triste. E ouvir discussões políticas chega a ser patético. Os argumentos para justificar o voto no PT são de fazer a gente sentir vergonha no lugar das pessoas. Mais ainda quando vem de gente sabidamente inteligente e politizada. É triste.
Por hoje é só. Tchau!

    Fábio César Fiorani
Professor de Inglês, graduado pela FAI-Jales e pós-graduado em Língua Inglesa pela UNESP de São José do Rio Preto - Franqueado CCAA em Jales.
jales@ccaa.com.br

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