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DEBATER os problemas da área de saúde parece que será uma constante nos meios políticos, junto com a população, a partir do que se pode notar esta semana, depois da moção de repúdio do Conselho Municipal que criticou a Câmara por fazer a reforma do prédio em vez de dar o dinheiro para melhorar o tra

Contexto
19 de janeiro de 2020
DEBATER
os problemas da área de saúde parece que será uma constante nos meios políticos, junto com a população, a partir do que se pode notar esta semana, depois da moção de repúdio do Conselho Municipal que criticou a Câmara por fazer a reforma do prédio em vez de dar o dinheiro para melhorar o transporte de pacientes.
 
A RESPOSTA
do Legislativo foi firme, mostrando como os vereadores vem contribuindo com o setor, nos últimos três anos, inclusive com a compra de dois ônibus e com recursos para a aquisição de duas ambulâncias que até agora não foram compradas pela Prefeitura.

O PRESIDENTE
da Câmara, Nivaldo Batista de Oliveira disse em várias entrevistas que o Conselho deveria dialogar mais para evitar problemas como esse que ele considera como sendo resultado da falta de informação, chegando a afirmar que apesar de extremamente importante para evitar uma interdição como aconteceu com o Centro Cultural, a reforma do prédio do Legislativo poderia até ser adiada, dada a situação crítica da área da saúde.

COMO
exemplo dessa disposição em contribuir com a comunidade, o presidente da Câmara citou as entidades assistenciais que foram reclamar e conseguiram ficar com os R$ 61.895,00 que restaram da reforma, com o compromisso dos vereadores sugerirem à Prefeitura que repasse às mesmas todo o saldo do ano que está começando e que deverá chegar a R$ 300 mil. 

ASSIM
o presidente da Câmara e os vereadores acreditam estar dando a sua resposta e a sua contribuição para as entidades assistenciais e para a saúde com os recursos repassados para esses dois segmentos e com a devolução para os cofres públicos de uma importância significativa, em torno de R$ 3 milhões, todos os anos, para a Prefeitura utilizar como achar conveniente, inclusive para o atendimento das reivindicações dos usuários desses e de outros serviços .

MAS,
se houve ou não falta de diálogo, o mais importante é procurar serenar os ânimos e ir se preparando, pois um conselho constituído de forma autônoma, com representantes independentes certamente vai dar muito trabalho para a Câmara e a Prefeitura, tornando-se um canal aberto para o encaminhamento das reivindicações da população, como bem lembrou a secretária de Saúde, Maria Aparecida Moreira Martins. (Luiz Ramires)