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CRIADA há 35 anos, por iniciativa do bispo emérito de Jales, Dom Demétrio Valentini, os organizadores não imaginavam que a Romaria Diocesana se transformaria, com o tempo, em um dos eventos mais movimentados do ano na cidade.

Contexto
18 de agosto de 2019
CRIADA
há 35 anos, por iniciativa do bispo emérito de Jales, Dom Demétrio Valentini, os organizadores não imaginavam que a Romaria Diocesana se transformaria, com o tempo, em um dos eventos mais movimentados do ano na cidade, embora desde sua primeira edição tivesse atraído um grande público de 43 municípios.

FOI
nesse período que a cidade começou a ganhar destaque a ponto de receber, merecidamente o slogan de centro de região, sendo que deste então a presença de fiéis aumenta a cada ano, agregando atrativos, como a caminhada que começava em Urânia e desde o ano passado vem saindo de Santa Clara d’Oeste, com três dias de peregrinação. 

COMO
um evento dessa dimensão atrai milhares de pessoas, vinda de todos os municípios que compõem a Diocese e até de estados vizinhos e cidades mais distantes, é mais do que lógico se pensar em aproveitar essa movimentação com benefícios para todos.

UMA IDEIA
que se cogita há um bom tempo, mas que nunca foi colocada em prática, nem tentada, é oferecer um pouco mais de conforto para os romeiros que quiserem desfrutar de alguns serviços que possam ser oferecidos pelos jalesenses, principalmente pequenos empresários ligados aos segmentos de bares, hotéis, restaurantes e até de transportes e mobilidade.

PARA
isso basta agregar forças entre interessados  que possam incrementar as alternativas para viabilizar um projeto que contemple principalmente um bom serviço de recepção aos visitantes, inclusive com guias para quem quiser conhecer a cidade, visitar alguns pontos ou mesmo descansar ou passar alguns momentos em um local onde possam usufruir de algum conforto, fora do horário da romaria.

O MUNICÍPIO,
através da Coordenação de Turismo, a Associação Comercial, mobilizando os empresários do setor e até mesmo a própria Diocese, divulgando os serviços oferecidos poderiam se unir em um projeto de turismo religioso como este que acontece em outras cidades, principalmente nos grandes centros onde a movimentação é parecida, embora em forma de encontros e conferências, onde quem chega já sabe onde vai comer, dormir e se divertir, inclusive com folders explicativos e outras informações. 

É SÓ 
começar a pensar desde já em como desenvolver esse tipo de atividade para o ano que vem, mesmo porque os investimentos necessários, embora pequenos, seriam bancados pelos principais interessados, ou seja, os empresários do setor.  (Luiz Ramires)