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Contexto

Contexto
01 de julho de 2018
PREOCUPADOS
com o que pode ou não ser feito dentro das mudanças na legislação, tanto em nível federal quanto estadual e principalmente municipal, os profissionais da área tecnológica resolveram se mexer, buscando formas de participar mais intensamente da finalização do novo plano diretor do município que passa por uma reestruturação com prazo muito curto para ser concluído e aprovado pelos vereadores, como estamos mostrando em matéria nesta edição.
NÃO 
é de hoje que a Associação dos Engenheiros da Região de Jales vem insistindo nessa necessidade de participação dos seus profissionais, inclusive com trabalhos voltados à divulgação que incluiu uma edição especial do seu informativo AERJ em Foco mostrando o que há mais de um ano já vinha sendo realizado nessa reestruturação do plano com a participação de engenheiros, agrônomos e arquitetos.
AGORA
chegou o momento de discutir detalhes técnicos muito importantes para definir o que pode ou não ser incluído no plano para atender as necessidades da administração municipal, da população e dos investidores em questões que envolvem por exemplo projetos habitacionais, empresariais e de serviços.   
A CIDADE
já está cansada de tantos prejuízos deixados por ações mal planejadas em um passado não tão distante que há um bom tempo vem preocupando e até assustando os administradores do município, muitas vezes exigindo providências imediatas para evitar danos ou mesmo tragédias que podem ser provocadas por uma simples chuva mais intensa em algumas erosões muito próximas de residências. 
E TEM MAIS:
um município que pretende avançar com projetos voltados ao turismo em seus diversos setores não pode se acomodar e nem se contentar em apenas cumprir a lei, sem se preocupar em programar outras soluções de infraestrutura, acessibilidade e meio ambiente, não só na área urbana, mas também no ambiente rural, cada vez mais integrado à cidade, principalmente no que se refere à locomoção e bens imóveis.
O QUE
se defende, na verdade, são princípios de conforto, qualidade de vida, segurança, ecológicos, ambientais e de sustentabilidade como um todo, integrados, com visão de futuro, não só para evitar mais danos e prejuízos, mas para dar à cidade e seus espaços rurais um encantamento capaz de envolver seus moradores, levando a ações conscientes de preservação em benefício próprio, com ganho para todos. (Luiz Ramires)