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COMO se previa, a cidade, mais uma vez, começa a viver um período de epidemia de dengue, uma doença que todos os anos se repete, atingindo os diferentes níveis sociais, mas principalmente quem está mais em contato com muitas pessoas que precisam se prevenir tomando as medidas que todos já conhecem.

Contexto
08 de março de 2020
COMO
se previa, a cidade, mais uma vez, começa a viver um período de epidemia de dengue, uma doença que todos os anos se repete, atingindo os diferentes níveis sociais, mas principalmente quem está mais em contato com muitas pessoas que precisam se prevenir tomando as medidas que todos já conhecem.

O TRABALHO
de prevenção que acontece praticamente durante o ano todo tem dado resultados, mas não consegue impedir o grande número de casos que foge do controle e acaba resultando na proliferação do mosquito, mesmo com a população cada vez mais preocupada com o problema.

QUANDO
nos deparamos com todo esse esforço, parece não existir alternativa a não ser intensificar ainda mais os cuidados em cada casa e em cada espaço da cidade, inclusive denunciando, sempre quando necessário, os descasos de muitos que não se preocupam em se cuidar, pondo em risco a sua saúde e a de outras pessoas.

ESSA
despreocupação é também uma falta de educação que acontece não só em relação à dengue, mas aos cuidados que todos devem tomar para se prevenir ou não transmitir outras doenças, como as gripes típicas de inverno que podem ser fatais, principalmente para os idosos.

ESTES,
por sinal, são também os que mais devem ficar atentos a essa nova ameaça chamada coronavirus que está se alastrando pelo mundo, sendo que no Brasil os casos ainda são poucos, mas já começam a preocupar até em nossa região, onde algumas pessoas com sintomas já estão sendo monitoradas.

COMO
esse vírus não se dá bem com o calor, por enquanto ele não preocupa, mas já se tem como certo o seu aumento nos meses de inverno quando poderá se transformar em uma ameaça a mais, exigindo novas orientações preventivas que não devem ser diferentes do comportamento em relação às outras doenças típicas desse período.

É MAIS
um desafio que apesar de estar ainda longe de causar preocupações, logo poderá requerer um esforço maior das pessoas ligadas à área de saúde e vigilância que devem estar preparadas para enfrentar essa nova situação, inclusive fornecendo as informações de como todos devem se comportar. (Luiz Ramires)