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COM tanta pasteurização, para não dizer mesmice, quando se trata de manifestações culturais empobrecidas pela falta de criatividade e apelos jogados na internet sem qualquer sentido...

Contexto
22 de abril de 2018
COM
tanta pasteurização, para não dizer mesmice, quando se trata de manifestações culturais empobrecidas pela falta de criatividade e apelos jogados na internet  sem qualquer sentido, chega a ser surpreendente o interesse do público jalesense pelo evento promovido pelo Sesc, em plena sexta-feira, na Praça João Mariano de Freitas.

SEM
saber o que iria acontecer, muita gente foi para a praça para acompanhar nada menos do que cinco horas de atividades programadas pela equipe do Circuito Sesc de Artes, com artistas e atrações que incluíram música, teatro, cinema, artes visuais e literatura.

A SURPRESA,
manifestada pelos próprios organizadores do evento, fica por conta de que esse interesse do público certamente não é tão grande em cidades até maiores, por onde o circuito tem se apresentado, pois não fosse isso, não seria surpresa.

SERIA
bom pensar que pelo menos em Jales alguma coisa pode estar acontecendo em função do próprio esgotamento da pobreza artística que infesta os meios de comunicação e as apresentações de “celebridades” que de artistas têm só o nome. 

O NÍVEL
das atividades desenvolvidas pelo Sesc é bastante conhecido pelo público das grandes cidades, mas tem despertado pouco interesse nas cidades menores, como vinha acontecendo também em Jales, até há pouco tempo.

EPISÓDIOS
como esse são bons para reflexão e  nesse sentido também é gratificante saber que entre as personalidades homenageadas por ocasião do aniversário da cidade, a Câmara de Jales acaba de conceder a Medalha 15 de Abril para o professor Rui Rodrigues, um jalesense grande incentivador das manifestações artísticas da nossa terra. (Luiz Ramires)