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COM o avanço da informalidade nas formas de trabalho e a geração de emprego cada vez mais difícil, não só no Brasil, mas em quase todo o mundo.

Contexto
16 de dezembro de 2018
COM
o avanço da informalidade nas formas de trabalho e a geração de emprego cada vez mais difícil, não só no Brasil, mas em quase todo o mundo, cresce a preocupação com o futuro das novas gerações que terão que encarar essa situação, mesmo com uma boa formação escolar e acadêmica.

PESQUISAS
apontam para a tendência em um futuro bem próximo de uma transformação profunda nas relações com os meios de produção e geração de renda, aliás, como já vem acontecendo há um bom tempo, deixando para trás postos de trabalho até bem remunerados e iniciativas individuais que já não existem.

ISSO
seria normal dentro do processo de evolução dos costumes e das novas descobertas que vão mudando comportamentos e necessidades em todos os sentidos, reforçado com o avanço tecnológico cada vez mais acelerado.

A SURPRESA,
se é que podemos dizer assim, fica por conta da forma com que tudo vem acontecendo, fazendo com que cada indivíduo aprenda a se virar, não apenas buscando novas formas de sobrevivência, mas acompanhando tudo isso dentro dos seus próprios negócios.

É POR ISSO
que entidades como o Sebrae, por exemplo, estão cada vez mais empenhadas em incentivar programas como o Jovem Empreendedor, para despertar iniciativas em estudantes do ensino fundamental, o que inclui novas aprendizagens, motivação e adaptação aos novos tempos.

EM JALES,
o convênio com a Prefeitura acaba de ser firmado, para que o projeto comece a ser desenvolvido no próximo ano, contando para isso com o apoio do Sebrae que fornece material e pessoal devidamente capacitado para a interação com os alunos. 

EM OUTRO
nível, a Frente Parlamentar do Empreendedorismo, da Assembleia Legislativa, presidida pelo deputado Itamar Borges (MDB), avança, também na área da educação, como os estudos para apresentação de iniciativas que visem incrementar programas de empreendedorismo em disciplinas, anunciados durante reunião com a diretora do Centro Paula Souza, mantenedora das FATECS e ETECS, Laura Laganá.

OU SEJA,
o mundo dos adultos começa a perceber a grande necessidade de “tirar o pé do chão”, correndo atrás de iniciativas que levem as novas gerações a pensar em um futuro diferente, trocando a procura de emprego por ideias próprias para sobreviverem com dignidade em um mundo em processo radical de transformação. (Luiz Ramires)