jornaldejales@melfinet.com.br
17 3632-1330

Coaching não é terapia. Coaching é metodologia!

por Marcos Silvério
18 de fevereiro de 2018
Marcos Silvério
Coaching, psicologia, psicanálise e psiquiatria se complementam e não se dividem. O ser humano é um ser complexo e tudo que orienta, estimula, trata e desenvolve resultados deve ser considerado e defendido. Não sou favorável do coaching fazer terapias, até porque isso não é coaching. Não é correto e coerente excluir o psicólogo, médico psiquiatra ou psicanalista afirmando que o coaching resolve “tudo sozinho”. Não é assim que vende ou divulga coaching. 
Defendo justamente o contrário, a integração das áreas e conhecimentos em prol do bem estar, sucesso e evolução das pessoas.É fundamental entender bem o que cada área de conhecimento efetivamente trata, cuida e desenvolve. Cada área tem seu valor e sua especificidade. Todas são importantes e fundamentais para evolução. 
O médico psiquiatra, trata com remédio. Sem dúvida essa forma de tratamento é muito importante e necessária em inúmeros casos de dores e sofrimentos humanos, portanto o psiquiatra deve ser integrado. 
Os psicólogos e psicanalistas de um modo geral tratam a “cura pela palavra” através de terapias de médio e longo prazo acessandoas causasemocionais que geram comportamentos e transtornos indesejados. Os psicólogos e psicanalistas devem ser incluídos e indicados a acompanhar todo e qualquer processo de coaching e não ser substituído ou excluído. 
O coaching desenvolve ferramentas e metodologias concebidas na física quântica, neurociência, administração, sociologia contemporânea e inúmeras outras ciências para estimular, motivar, conscientizar e orientar uma pessoa a sair de um “ponto A” e ir para um “ponto B”. Desta maneira, a função principal do coaching é tirar qualquer pessoa da “zona de conforto”, da inércia e com base científica, planejar e criar meios efetivos e pragmáticos “através de um processo” que consiga chegar ao objetivo com prazos curtos. 
Todo o processo de coaching deve durar entre 03 e 06 meses no máximo e não precisa de continuidade. É um processo rápido, prático e direto. 
As terapias são a médio e longo prazo e tratam a causa, por isso precisam de mais tempo e são fundamentais. O coaching deve integrar, unir as áreas a favor do bem estar e evolução das pessoas. E por outro lado, a psicologia, psicanálise, psiquiatria e outras áreas similares devem também acolher e integrar o coaching aos seus processos e técnicas. 
Entendo que somando forças crescemos e evoluímos juntos e dividindo forças, vamos caindo naquela vala de um falar mal do outro, disputar clientes no tapa, disputar mercado e aos poucos definhar as áreas de conhecimento.É verdade que o coaching tem amenizado dores emocioanais das pessoas em três meses. 
Mas também é verdade que só com metodologias de coaching, em três meses não se resolve causas profundas e complexas. Coaching não é mágica! É metodologia, processo, receitas que ajudam uma pessoa sair de onde está e atingir seu sonho ou objetivo. 
Por isso totalmente complementar e integradora a todas as demais áreas que ajudam as pessoas serem melhores. Finalizo este artigo, com um provérbio chinês que diz:” Se quer ir rápido, vá sozinho, se quer ir longe, vá em grupo...”

Marcos Silvério
(Coaching Self, Life e Profissional com certificação internacional (ICS – Instituto Coaching Solutions); Administrador; Especialista em Marketing, Comunicação e Propaganda; Mestre em Engenharia da Produção (UNIMEP); Empresário, Palestrante e Consultor de Empresas.)