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Campanha contra abuso e exploração sexual infantil começa terça-feira

A passeata será no dia 15 de maio.
13 de maio de 2018
Uma passeata no dia 15 de maio dará início à semana de mobilização, organizada pela E.E. Professora Elza Pirro Vianna, percorrendo o bairro Jardim Maia Paula, nas proximidades da escola. No dia 18 de maio, a E.E Professora Eljácia Moreira e a E.E Professora João Arnaldo Andreu Avelhaneda também promoverão uma passeata em seus bairros, na Vila Nossa Senhora da Aparecida e Jardim Paulista, respectivamente. O objetivo é convocar a sociedade no engajamento contra o abuso e a exploração de meninos e meninas. 
As passeatas fazem parte de uma série de eventos programados pela Secretaria de Assistência Social, Centro de Referência Especializado de Assistência Social (CREAS)  e Centro de Referência de Assistência Social (CRAS), em alerta ao Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, comemorado no dia 18 de maio.

FILME
No dia 16, será exibido para crianças e adolescentes o filme infantil “O Touro Ferdinando”, na Praça Euphly a partir das 19 horas. O filme será exposto através de uma tela inflável. 
Para finalizar, uma caravana composta pela sociedade civil, profissionais da rede de proteção e do Sistema de Garantia dos Direitos da Criança e do Adolescente de Jales e região, alunos e professores da rede estadual de ensino, sairá no dia 18, às 8h30 da Praça João Mariano de Freitas e percorrerá as avenidas Francisco Jalles e João Amadeu, retornando para o ponto de partida onde haverá um momento de reflexão com o plantio de flores, que simbolizam a primeira infância.

HISTÓRIA
O Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, instituído pela Lei Federal 9.970/00, no dia 18 de maio, é uma conquista que demarca a luta pelos Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes no território brasileiro. Esse dia foi escolhido porque em 18 de maio de 1973, na cidade de Vitória ES, um crime bárbaro chocou todo o país e ficou conhecido como o Caso Araceli. Esse era o nome de uma menina de apenas oito anos que teve todos os seus direitos humanos violados, foi raptada, estuprada e morta por jovens de classe média alta daquela cidade. O crime, apesar de natureza hedionda, até hoje está impune.