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BOM COMEÇO – O ano começa com promissores motivos para alimentar boas expectativas no âmbito federal.

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12 de janeiro de 2020
BOM COMEÇO – O ano começa com promissores motivos para alimentar boas expectativas no âmbito federal.
BOM COMEÇO – O ano começa com promissores  motivos para alimentar boas expectativas no âmbito federal. Agora, além do neojalesense Júlio Semeghini, secretário-executivo do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, portanto o nº 2  da pasta,  as demandas de Jales no governo Bolsonaro poderão ter o reforço de mais um nome com vinculações na cidade. 
 
PORTAS ABERTAS - O Diário Oficial da União que circulou no dia 27 de dezembro publicou a nomeação de Pedro Ronald Maranhão Braga Borges para o estratégico cargo de Secretário Nacional de Saneamento do Ministério de Desenvolvimento Regional, cujo titular é o ministro Gustavo Canuto.  Segundo os sites O Antagonista e Crusoe, ele foi indicado por um conterrâneo, o  senador Roberto Rocha, líder do PSDB no Senado.  

QUEM É – Pedro Ronald Braga Borges apostilou o “Maranhão” ao nome porque  quando chegou em São Paulo só era chamado pelo apelido por conta  do estado de origem. Presidente da Ordem dos Economistas do Estado de São Paulo ele , por força do prestígio profissional , foi recrutado pelo deputado federal Roberto Rollemberg (PMDB) quando este assumiu  a Secretaria Estadual de Governo na administração Orestes Quércia, entre 1988 e 1990.  O elo de ligação entre Maranhão e Rollemberg foi o jalesense, Jarbas Zuri Junior, então oficial de gabinete da Secretaria de Governo. A relação de amizade tornou-se tão forte que Maranhão, anos mais tarde, foi padrinho de casamento de Jarbas com a esposa Arlete.

PAÍS DO QI – Maranhão participou ativamente da campanha à reeleição de Rollemberg, em 1990, e tinha até sala no comitê eleitoral instalado em andar inteiro de um edifício na Praça da República. Bom de lábia, era ele quem encaminhava demandas de lideranças. Este comentarista, de passagem pela capital paulista,  testemunhou um episódio que mostra quanto ele era hábil na lida. Procurado por uma   jovem arquiteta que, visivelmente constrangida, foi lhe entregar currículo pare tentar entrar no mercado, Maranhão a tranquilizou: “não precisa ficar constrangida. É assim mesmo que as coisas funcionam. Afinal, você não está na Suécia. 
Você mora no Brasil”    

TRAJETÓRIA - Depois de trabalhar com RR no Estado de São Paulo , Maranhão foi ministro interino de Administração no governo Fernando Collor e, anos depois,  chefe da Casa Civil do governador José Reinaldo Tavares. 

  FAIR PLAY-  Convicto de que disputa política não é briga de rua, o empresário e suplente de deputado estadual Luis Henrique aproveitou entrevista concedida na semana que passou ao programa Antena Ligada, jornalístico da Antena 102 FM, para cicatrizar uma ferida aberta dois dias depois da eleição do ano passado. Para quem não se lembra, entrevistado pela mesma emissora, LH, ao fazer um balanço da campanha, abriu baterias contra o vice-prefeito Garça, acusando-o de ter trocado um candidato da casa por um de fora, no caso o deputado estadual Itamar Borges (MDB) . Embora seja do tipo que não leva desaforo para casa, Garça preferiu não passar recibo, mantendo obsequioso silêncio. 

FAIR PLAY (2)- Exatamente  um ano e dois meses depois da explosão, Luís Henrique, ao falar sobre as perspectivas de sua pré-candidatura a prefeito, voltou ao assunto, desculpando-se publicamente pela rispidez com que se referiu a  Garça na entrevista anterior. Ele revelou que já tinha se desculpado pessoalmente, pois tem muito carinho e respeito pelo vice, mas julgou  conveniente  faze-lo na mesma emissora e no mesmo programa  até como forma de reparar a indelicadeza.  

BLOCO NA RUA-  Na homilia da missa das sete e meia do domingo que antecedeu o Natal, o bispo diocesano de Jales, Dom Reginaldo Andrietta, surpreendeu os fiéis presentes ao pregar abertamente a participação dos católicos nas eleições municipais deste ano.

GENTE NOSSA – Na opinião do bispo,  é preciso  que os católicos participem mais ativamente das eleições até como forma de garantir que, depois de eleitos, possam influir  na implementação de políticas públicas que sejam do interesse da maioria, especialmente no campo social. Dom Reginaldo chegou a usar a expressão “gente nossa” para deixar bem claro o seu raciocínio. 

AVIS RARA – Atualmente, dos 10 vereadores, apenas um foi eleito com apoio explícito de uma denominação religiosa —João Zanetoni, presbítero da Assembleia de Deus-Ministerio Belém. Como se recorda, em 2016, o pastor presidente da AD, Cláudio de Oliveira, abriu inscrições para um plebiscito visando escolher dois candidatos a vereador. Concorreram às vagas oito postulantes. Os mais votados foram Zanetoni, que se elegeu, e o pastor e advogado Salatiel de Oliveira, que ficou na suplência.