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AO CONTRÁRIO dos grandes centros onde os problemas urbanos se agigantam a cada ano exigindo altos estudos de engenharia nos diversos segmentos...

Contexto por Luiz Ramires
19 de novembro de 2017
AO CONTRÁRIO
dos grandes centros onde os problemas urbanos se agigantam a cada ano exigindo altos estudos de engenharia nos diversos segmentos, Jales ainda pode desfrutar de uma situação menos dramática, pois essas demandas, embora sejam basicamente as mesmas, exigem soluções mais simples.

ISSO 
não quer dizer que são questões fáceis de resolver, pois se os problemas são menores os recursos também o são, com muito mais dificuldades quando dependem de repasses do Estado ou da União, pois dinheiro do próprio município para investir em obras não existe e já faz um bom tempo.

UM EXEMPLO
de como as coisas podem complicar para a população, principalmente nos bairros, é o que já começou a acontecer, com o início do período das chuvas, que pelas previsões deverão ser mais intensas que nos anos anteriores.

BASTOU
a primeira chuva mais intensa, de cerca de 70 milímetros na área urbana, para “choverem” reclamações contra invasão das águas nas casas em pelo menos dois bairros, além do problema maior, principalmente para alguns comerciantes da Avenida João Amadeu.

ESSA SITUAÇÃO
dá bem uma ideia de como as coisas evoluem, exigindo intervenções do poder público que por enquanto só podem ser feitas de forma paliativa e com muito esforço da equipe municipal responsável pela manutenção das ruas e praças.

PENSAR
no longo prazo passa a ser uma tarefa para a administração municipal se não quiser deixar para as próximas administrações iniciar esse tipo de planejamento, quando a situação estiver muito pior, pois é fácil prever o que pode acontecer com as chuvas, o trânsito e outras demandas que por enquanto ainda são facilmente contornáveis e por isso mesmo não têm sido tratadas com prioridade. (Luiz Ramires)