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ANALFABETISMO funcional é um mal que atinge a maioria dos que sentam em um banco escolar ...

Contexto
25 de novembro de 2018
ANALFABETISMO 
funcional é um mal que atinge a maioria dos que sentam em um banco escolar para aprender e por um motivo ou outro acabam não desfrutando desse período que prepara para a vida. O que mais impressiona é que mais da metade dos estudantes e ex-estudantes se encontram nessa situação.

O RESULTADO 
é a falta de condições para tomar atitudes, contribuindo para o crescimento vertiginoso da linguagem rasteira e quase sempre apenas visual com pequenos textos que podem ou não ser verdadeiros, transmitidos pelas mídias sociais, fazendo com que a pessoa continue com dificuldades para lidar com questões muito simples, como fazer contas ou entender um texto com mais de um ou dois parágrafos. 

OS MOTIVOS
são vários e continuam merecendo estudos de especialistas que insistem em procurar soluções que possam reverter esse mal, em um mundo onde as pessoas precisam estar preparadas para saber como agir até dentro de casa, de forma muito diferente do que era há alguns anos atrás.

ACONTECE
que na contramão disso tudo, muitos procuram valorizar o aprendizado e acabam se destacando nas suas áreas de atuação. O Jornal de Jales vem dando espaço para o protagonismo de jovens jalesenses que se interessam em buscar conhecimentos para se especializar e ter uma vida melhor, mais produtiva e muitas vezes de sucesso.

UM DESSES
exemplos é o do engenheiro físico Fernando Henrique de Sá, manchete da edição do último domingo, pela importância do trabalho que desenvolve no Projeto Sirius, maior centro de pesquisa do país e um do mais avençados do mundo.

ESSE
jovem profissional sempre frequentou escolas públicas onde se destacava por ser muito interessado, focado, curioso, buscando aprender rapidamente para avançar nos conhecimentos que ia assimilando, como lembra sua professora de inglês, Eugenia Maria, com quem estudou durante cinco anos, através de convênio com o Sindicato dos Comerciários. 

EM MEIO
a tanta mediocridade e desinformação, quando buscamos um mundo melhor, exemplos como esse, segundo Eugenia, não são poucos e servem de estímulo para continuarmos acreditando que nem tudo está perdido e que o interesse de cada um, com entendimento e responsabilidade, certamente estará à frente, nesse mundo que todos vislumbramos. (Luiz Ramirez)