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AINDA está longe uma solução para o drama das famílias que construíram suas casas na parte baixa do Jardim do Bosque...

Contexto
24 de junho de 2018
AINDA
está longe uma solução para o drama das famílias que construíram suas casas na parte baixa do Jardim do Bosque e que em alguns casos encontram dificuldades até para entrar nas residências com seus veículos, principalmente no período das chuvas, por causa da deterioração total do asfalto que não pode ser recuperado por falta de galerias pluviais.

HOJE 
essa preocupação já não existe nos novos loteamentos onde a lei obriga as incorporadoras realizarem todas as obras de infraestrutura, inclusive galeias e asfalto de boa qualidade, antes de terem os terrenos liberados para que os compradores possam construir suas casas, dando aos mesmos as garantias necessárias para evitar futuras dores de cabeça. 

O CASO
do Jardim do Bosque é apenas mais um, embora seja o maior entre os vários problemas de áreas que foram liberadas para construção sem os devidos cuidados, levado as futuras administrações municipais a arcarem com os prejuízos, como acontece até agora.

O ESFORÇO
da atual administração, no entanto, começa a dar algum resultado, iniciando um longo processo de recuperação daquele bairro, a partir da liberação de recursos, pelo FEHIDRO (Fundo Estadual de Recursos Hídricos) para um projeto de combate à erosão do Córrego do Tamboril, através de drenagem urbana, no valor total de R$ 452.798,92, sendo R$ 346.428,52 viabilizados pelo referido fundo e R$ 106.370,40 de contrapartida municipal. 

A OBRA
representa a primeira etapa da execução do novo sistema de drenagem de águas pluviais daquele bairro, mas ainda deverá demorar mais alguns meses para ser iniciada, pois em época de eleições tudo atrasa e embora a documentação já esteja regularizada e pronta para a assinatura do convênio é preciso aguardar um pouco mais, sem contar a demora normal com o processo de licitação.

COMO
afirmamos, ainda não vai ser desta vez que aqueles moradores poderão dormir tranquilos, mas já é alguma coisa no sentido de se cumprir essa primeira etapa, enquanto a Prefeitura busca mais recursos até resolver todos os problemas de infraestrutura do bairro que não deverá custar menos de R$ 4 milhões, sendo R$ 2 milhões apenas para as galerias e os outros R$ 2 milhões para o asfalto, segundo levantamento feito pela Secretaria de Planejamento. (Luiz Ramires)