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A VIOLÊNCIA nas escolas, com massacres normalmente seguidos de suicídio do autor ou autores sempre esteve ligada a escolas nos Estados Unidos e em menor número em alguns países europeus, mas de uns tempos para cá, começou a preocupar também os brasileiros.

Contexto
12 de maio de 2019
A VIOLÊNCIA 
 nas escolas, com massacres normalmente seguidos de suicídio do autor ou autores sempre esteve ligada a escolas nos Estados Unidos e em menor número em alguns países europeus, mas de uns tempos para cá, começou a preocupar também os brasileiros. 

DEPOIS
do que aconteceu em Suzano, no dia 13 de março deste ano,o país acendeu o sinal de alerta. Como se recorda, no episódio que ficou conhecido como “Massacre de Suzano”, dois atiradores mataram cinco estudantes e duas funcionárias da Escola Estadual Professor Raul Brasil, depois de matar o tio de um deles, em uma loja próxima à escola. Depois do massacre, um matou o outro e depois se suicidou.

EM JALES,
o alerta preventivo foi dado pela Câmara  em requerimento solicitando à Prefeitura informações sobre as ações que o município vem realizando para formações específicas sobre segurança nas escolas, incluindo professores e funcionários, além de indagarem se existe alguma fiscalização sobre a venda de produtos ilícitos próximo às escolas.

A RESPOSTA
da Secretaria da Educação foi que as ações sobre segurança nas escolas estão relacionadas ao combate à violência, promovendo a integração no ambiente escolar entre alunos, familiares e a comunidade, sendo que todas as escolas têm projetos de combate ao bullying, uma prática que segundo a secretaria pode causar danos a toda a comunidade escolar.  

TODOS
os anos as escolas municipais fazem avaliações para procurar melhorar os serviços quando são discutidos os problemas e apresentadas sugestões, inclusive sobre o problema da segurança.

ALÉM 
de todas as EMEIs contarem com câmeras de segurança, a secretaria informou que as escolas municipais  contam com interfone ou campainha e a estrada é monitorada por servidores. A Polícia Militar faz a ronda escolar e desenvolve o Programa Educacional de Resistência às Drogas.

NÃO
é pouco, mas resta saber se depois do episódio de Suzano e de várias ameaças de violência não concretizadas, inclusive na região, os vereadores se darão por satisfeitos ou apresentarão alguma sugestão que possa contribuir nessa questão. (Luiz Ramires)