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A Rússia na opinião do empresário Carlos Toshiro Sakashita

Ouvido pelo Jornal de Jales, ele explicou que integrou uma comitiva de 30 empresários do Brasil a negócios, para visitar supermercados e o sistema operacional Danone naquele país.
01 de julho de 2018
O empresário binacional Carlos Toshiro Sakashita, que integrou comitiva brasileira para a Rússia em 2016
Diretor-presidente da Rede Sakashita de Supermercados, com nove lojas espalhadas pela região noroeste, o empresário Carlos Toshiro Sakashita, que também tem negócios no Japão, conheceu a Rússia, sede da Copa do Mundo, em 2016.
Ouvido pelo Jornal de Jales, ele explicou que integrou uma comitiva de 30 empresários do Brasil a negócios, para visitar supermercados e o sistema operacional Danone naquele país.
O grupo de brasileiros desceu no Aeroporto Internacional de Moscou e depois viajou de trem para São Petersburgo, a oito horas de viagem do destino inicial. 
Nos dias em que permaneceu na Rússia, Toshiro percebeu claramente a transição do país do socialismo rumo à abertura ao mundo ocidental. “O capitalismo começa sua marcha Rússia adentro”, reforçou. 
Na ocasião em que os brasileiros viajaram, os russos estavam canalizando todos os esforços visando a Copa de 2018, com recape de asfalto, fibra ótica, internet, shoppings em construção
Segundo ele, Moscou e São Petersburgo são cidades que impressionam pela arquitetura, museus e educação. “Mas, saindo da região metropolitana das duas cidades, percebemos a existência de muitas casas de paredes de latas”, acrescentou  
Uma curiosidade: São Peterbusco amanhece às três horas da manhã e escurece nessa época, junho, por volta de meia noite. 

COMUNICAÇÃO
O empresário lembrou que a barreira da língua foi uma das dificuldades para comunicação, que era feita través de intérpretes que falavam as duas línguas, o português e o russo. Tais intérpretes eram ex-funcionários da embaixada da Rússia no Brasil. 
Entretanto, quando os integrantes do grupo saiam sozinhos encontraram muitas dificuldades de comunicação pois não conseguiam ler as escritas russas-cirílico. 
“Poucas pessoas falavam inglês em shopping ou Starbucks. Até mesmo dentro de hotéis são poucos que dominam o inglês”, finalizou.