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A PREOCUPAÇÃO da Igreja Católica com os pobres, as minorias e os excluídos do processo de atendimento básico pelos serviços oficiais de saúde, educação e sociais sempre foi respeitada pelo seu compromisso e enfrentamentos diante das mais diversas dificuldades que sempre surgem pelo caminho.

Contexto
08 de dezembro de 2019
A PREOCUPAÇÃO
da Igreja Católica com os pobres, as minorias e os excluídos do processo de atendimento básico pelos serviços oficiais de saúde, educação e sociais sempre foi respeitada pelo seu compromisso e enfrentamentos diante das mais diversas dificuldades que sempre surgem pelo caminho.

MAIS
do que isso, ao longo da história recente do país, as lideranças católicas ligadas a esses movimentos, vem envolvendo um número cada vez maior de adesões, principalmente de jovens preocupados em contribuir para a melhoria da qualidade de vida nas suas comunidades e no planeta.

EM JALES
isso não é diferente e um bom exemplo é o da Univida (Associação Humanitária em Defesa da Vida) com a participação de centenas de universitários de várias partes do estado em missões que começaram entre indígenas totalmente desassistidos em Mato Grosso do Sul e depois no Amazonas.

OS TRABALHOS
nessas aldeias hoje são reconhecidos em todo o país, a ponto de resultar em eventos como o “Simpósio Ecologia Integral – meio ambiente e os povos indígenas” que acontece no próximo dia 14, durante todo o dia, com a participação de algumas das maiores sumidades no assunto, como é o caso da professora doutora  Aparecida Luzia Alzira Zuin, que vai falar sobre o meio ambiente  cultural e o reconhecimento das terras indígenas na Amazônia, ou da professora mineira Idárci Esteves Lamar,voltada para a ecologia integral e meio ambiente.

OS ÍNDIOS
de Mato Grosso do Sul estarão presentes, apresentando suas danças e outras manifestações culturais de suas aldeias e dando seus depoimentos  sobre a natureza, a terra, a fauna e a flora do espaço onde vivem. As preocupações locais também serão enfocadas durante mesa redonda para debater e levantar questões sobre o meio ambiente da região.

EMBORA
com a quase totalidade de seus integrantes sendo jovens universitários, a Univida estende o convite para que participe do seminário qualquer pessoa interessada no tema,incluindo lideranças comunitárias, professores de todos os níveis e representantes da sociedade civil de toda a região.

ALÉM
de colocar Jales no mapa das atividades sociais de expressão nacional, o seminário é uma forma da Diocese se posicionar diante das desigualdades e na defesa das minorias das florestas ou das cidades e de conscientizar a população sobre a necessidade de participar de ações que possam contribuir para um mundo melhor e mais sensível em relação às diferenças. (Luiz Ramires)