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A HISTÓRIA mostra que não são poucos os desafios para as administrações de instituições públicas voltadas para o atendimento da população...

Contexto
03 de junho de 2018
A HISTÓRIA
mostra que não são poucos os desafios para as administrações de instituições públicas voltadas para o atendimento da população, principalmente nas áreas mais sensíveis e com maior demanda por parte dos que dependem dos recursos oficiais.
O CASO
da Santa Casa de Jales serve bem de referência para essa avaliação quando se sabe que a mesma ainda se mantém com as contas em dia, apesar dos débitos cada vez maiores justamente por essa falta de  reajustes e ampliação de repasses dos governos.
MESMO
assim, algumas situações acabam desaguando em denúncias, como foi o caso do desligamento do ar condicionado dos quartos do SUS o que exigiu explicações e tomadas de decisões urgentes para deixar tudo em ordem e continuar merecendo a credibilidade que a administração do hospital sempre teve.
SITUAÇÕES 
como essa, no entanto, são compensadas por tomadas de decisões importantes, como acaba de acontecer com a aquisição de camas eletrônicas, também para os quartos do SUS, oferecendo mais conforto para os pacientes que não podem pagar pelo atendimento particular ou de planos de saúde.
A META
é padronizar todos os quartos do SUS com essas camas que oferecem também mais facilidade para os colaboradores do hospital, principalmente enfermeiros, na hora de remover pacientes de um local para outro, mas para isso é preciso mais recursos fora dos repasses oficiais.
ENFIM,
em qualquer momento e sob qualquer governo, sabemos que as dificuldades em setores como educação e saúde não serão superadas da noite para o dia e até serem melhoradas ainda deve levar um bom tempo, e isso se tudo correr bem, ou seja, com administrações competentes que saibam priorizar o que é mais necessário para a população.
ENQUANTO
não temos o país que queremos, destacam-se as administrações de instituições como a nossa Santa Casa, com gerenciamento austero, equilibrando as contas e buscando formas de apoio que precisam ser cada vez maiores, da população, das prefeituras e dos políticos que precisamos eleger para trabalhar a favor e não contra os cidadãos mais necessitados. (Luiz Ramires)