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A CRISE não poupa ninguém e apesar das projeções oficiais a situação continua difícil para quem precisa trabalhar ou para quem quer tocar seu negócio pagando em dia suas contas...

Contexto
03 de setembro de 2017
A CRISE 
não poupa ninguém e apesar das projeções oficiais a situação continua difícil para quem precisa trabalhar ou para quem quer tocar seu negócio pagando em dia suas contas, mesmo sem pensar, por enquanto, em ampliar suas atividades, preferindo aguardar até que a negatividade seja dissipada ou pelo menos reduzida. 

MESMO 
assim, depois de um longo período de números pouco otimistas, quando a paradeira chegou a dominar boa parte da economia do município, de uns tempos para cá, a roda parece começar girar ao contrário, de forma positiva, até onde a vista de alguns entendidos pode alcançar.

VÁRIAS
vezes o Jornal de Jales tem noticiado iniciativas de empresários interessados em investir na cidade e apesar do ceticismo natural de alguns, em função da própria crise e do passado recente das administrações do município, marcadas por contratempos que todos os jalesenses conhecem, as coisas ao poucos vão acontecendo.

EM TEMPOS
de vacas gordas, a criação de algumas centenas de empregos na construção de mais de mil casas nos novos conjuntos residenciais, além de mais de 500 pelo programa Minha Casa, Minha Vida e pela CDHU, pode parecer pouco. 

TAMBÉM
pode nem parecer muito os cerca de 400 empregos que estão sendo criados com a abertura de mais um supermercado, nos próximos dias e com a reabertura do frigorífico, nos próximos meses, que deverão gerar em torno de 200 novos postos de trabalho cada um.

AO MESMO  
tempo vão se somando outras iniciativas para criar novas oportunidades para quem precisa trabalhar e que poderão se concretizar com a venda do espaço do Recinto de Exposições Juvenal Giraldeli, com a exploração comercial do aeroporto e outros empreendimentos de empresários interessados em investir na cidade.

TODA 
essa movimentação também se traduz em mais empregos indiretos e oportunidades de negócios gerados no comércio e em outros segmentos como consequência desses novos investimentos que também acabam reforçando um pouco os cofres municipais carentes de recursos para aplicar em benefício da população. 

DA PARTE
dos colaboradores resta aguardar o que poderá vir nesse novo período pós-reforma trabalhista, mas se a expansão for realmente para valer, as negociações acabam sendo mais fáceis e a própria necessidade das empresas pode contribuir para que todos tenham uma vida melhor. (LR)