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48 ANOS – Organizadíssimo, o deputado estadual Itamar Borges, líder do MDB na Assembleia Legislativa, mandou áudio via Whatsapp, cumprimentando o diretor e a equipe do Jornal de Jales pelo 48º aniversário transcorrido na quinta-feira, 10 de outubro. O parlamentar, que é notícia no J.J. desde quando

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13 de outubro de 2019
Rápido no gatilho, deputado Itamar Borges foi o primeiro a cumprimentar equipe do J.J. pelos 48 anos de fundação, quinta-feira, dia 10
48 ANOS – Organizadíssimo, o deputado estadual Itamar Borges, líder do MDB na Assembleia Legislativa, mandou áudio via Whatsapp, cumprimentando o diretor e a equipe do Jornal de Jales pelo 48º aniversário transcorrido na quinta-feira, 10 de outubro. O parlamentar, que é notícia no J.J. desde quando tinha 21 anos e se elegeu vereador em Santa Fé do Sul, foi caloroso: “poucos têm a história do seu jornal. Parabéns a você e sua equipe pelo trabalho que fazem e pela liderança que têm em Jales e região” .

CRÉDITO – Sepultado quinta-feira. dia 10 de outubro, o ex-prefeito Hilário Pupim, muito conhecido pelas novas gerações por seu envolvimento na vida política da cidade, teve, muito antes disso, importante participação no melhoramento genético do rebanho bovino da região.  Em meados dos anos 90, o pecuarista José Galera, de Araçatuba, em entrevista ao repórter Fernando Sávio, da TV Tem, deu testemunho disso, revelando que recebeu as primeiras lições sobre criação de gado de raça do jalesense. Hoje, a fazenda J. Galera, em Pontalinda, sedia milionários leilões com transmissões ao vivo dos canais especializados em nível nacional. 

GOL DO TÍTULO – Outro fato também pouco conhecido até mesmo pelos que circulam nos bastidores da política local foi a decisiva participação de Hilário na campanha vitoriosa de José Carlos Guisso a prefeito de Jales, em 1992. Eleito vice-prefeito de José Antonio Caparroz quatro anos antes, Guisso tornou-se candidato natural do grupo, que lhe dava apoio político, mas quase nenhuma contribuição financeira. Motivo: como Garça, o candidato do PMDB, tinha perdido a eleição anterior por ínfimos 1,5%, era considerado franco favorito em todas as pesquisas.  Foi aí que Guisso convidou Hilário para ser seu vice. Com café no bule na época, o candidato a vice tirou a campanha do chão fazendo, de cara, um aporte de R$ 70 mil.      

TALIBÖ Hilário reapareceu na política jalesense em 2000, quando se elegeu vereador e, posteriormente, presidente da Câmara Municipal. Depois da morte de Guisso em novembro de 2001 e a doença do vice José Antonio Caparroz, exerceu interinamente, várias vezes, o cargo de prefeito. Como Caparroz também faleceu, ele foi eleito prefeito pela Câmara em março de 2004, tendo o médico Mauro Suetugo de vice.  Embora fosse fácil no trato, Hilário tinha pavio curto, o que lhe valeu, entre amigos, em tom de brincadeira, o  apelido de Talibã,   Certa ocasião, incomodado com o que ele considerava interferências indevidas do promotor de justiça André Luís de Souza na administração municipal, ele desceu as escadas do fórum bufando e prometeu: “se esse promotor me chamar aqui mais uma vez, eu vou entregar as chaves da prefeitura para ele...”
  
CÓDIGO – Hilário também era fazedor de ambientes. Quase toda segunda-feira, reunia assessores em rodadas de comes e bebes. Divertido, ele se referia a alguns personagens por nomes de guerra em idioma próprio. Por exemplo, o vereador Claudir Aranda era o “Sedex”, por conta do vínculo empregatício com os Correios. Já Eunice Mistilides, em hilariês, era a “Jade”, referência a uma personagem da novela das nove. Niltinho Suetugo. da Secretaria de Planejamento, era o “Ninja”. E por aí afora... 

BANDEIRA BRANCA – O “União por Jales”, animado grupo de conversas no Whatsapp, promoveu churrasco na noite de quarta-feira, 9 de outubro, na sede da Associação dos Funcionários Públicos Municipais. Internautas de todas as tribos compareceram, inclusive o prefeito Flá (DEM), o suplente de deputado Luís Henrique Moreira (PSDB) e o presidente do diretório tucano, Osvaldo Costa Junior.   

ATIVIDADE DELEGADA – A Atividade Delegada, convênio entre a Prefeitura de Jales e a Polícia Militar, que começou a funcionar no dia 1º de outubro, demorou oito anos para sair do papel. Quem tocou no assunto pela primeira vez em Jales, por sugestão de um colaborador, foi a então vereadora Pérola Cardoso (PT) que, em 27 de junho de 2011, apresentou indicação ao prefeito Humberto Parini. Dois anos depois, outro petista, o vereador Luís Fernando Rosalino, na sessão ordinária do dia 1º de julho de 2013, protocolou indicação sugerindo à prefeita Eunice Mistilides Silva o envio à edilidade de um Projeto de Lei Complementar criando a Gratificação por Desempenho de Atividade Delegada. A propositura foi enviada por Eunice, aprovada pela Câmara, mas não saiu do papel, o que ocorreu somente no dia 16 de maio deste ano, quando o prefeito Flávio Prandi Franco assinou decreto regulamentando o funcionamento deste instrumento de reforço na segurança pública em Jales.

GOL CONTRA- Recordista de votos na eleição municipal de 2004 quando, concorrendo pelo PMDB, teve 2.407 sufrágios, o vereador Luís Henrique Viotto (Progressistas), passa a ostentar outro galardão. Ele tornou-se o primeiro vereador da história de Jales a ter um Requerimento de Informações rejeitado. Foi segunda-feira passada, dia 7 de outubro. O popular Macetão queria saber se a Prefeitura de Jales tinha tomado conhecimento da assinatura de convênio entre a Agência Reguladora de Saneamento Básico e Energia do Estado de São Paulo e 143 municípios. O vereador Deley aproveitou a deixa e tripudiou sobre Macetão, lembrando-o que, na condição de presidente da Comissão de Justiça e Redação, ele deu parecer favorável ao Projeto de Lei Complementar, tramitando desde 28 de junho, instituindo o Plano Municipal de Saneamento e que estava na pauta, em segunda discussão e votação, exatamente naquela noite. O placar foi elástico: 7 a 2 contra Macetão, que só teve a companhia do colega Tupete.