quarta 14 abril 2021
Geral

Jorgina: “ não sou essa chefe de quadrilha como me acusaram”
 
 
A cronista e escritora Luiza Elizabeth aceitou o desafio de escrever a quatro mãos o livro de Jorgina de Freitas, que ficou conhecida nacionalmente, nos anos 90, como a maior fraudadora do INSS, no qual ela conta as verdades omitidas até agora sobre todo o processo que levou à sua condenação.
As duas conviveram há mais de 30 anos e a cronista, apesar da condenação da amiga, sempre acreditou que a verdade não tinha sido totalmente esclarecida. “De certa feita conversando com um juiz na cidade de Jales, ele me disse que a acusada  não havia fraudado, e sim, descoberto uma brecha na lei”, disse Luiza.
Luiza, que está no Rio lançando seu livro, aproveitou para entrevistar Jorgina e passar alguns dias colhendo informações sobre o processo em que a mesma foi condenada. “Hoje  nós , o povo,temos muito mais informações sobre as manipulações e falcatruas que são feitas durante um processo desses e, nesse caso,acredito (alguns me chamarão de ingênua ou bobinha)que a justiça se fez de cega , literalmente, afirma a cronista.
Ao ser questionada sobre o motivo de querer remexer nesse assunto, agora que tudo passou, Jorgina diz  que precisa mostrar os fatos que levaram-na a ser acusada e condenada.-“ Não sou santa , mas não sou essa chefe de quadrilha que me acusaram.A verdadeira quadrilha é outra.
 
Acusada e condenada por fraudar o INSS, Jorgina e Luiza que foram criadas em Nova Iguaçu, são amigas há mais de 30 anos 
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